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Sistemas integrados de gestão e a geração de riqueza no segmento de transporte |
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A pergunta que todos fazem é: Será que a tecnologia nos ajuda a: - Comprar mais caminhões com economias geradas? A resposta é: SIM. Tradicionalmente, a informática começou no segmento industrial. Pouco a pouco, ela migrou para alguns segmentos do comércio e de serviços e, agora, desponta no segmento de transportes.
A questão sempre foi: "O que é que eu ganho com isso? Afinal, é complicado, chato e caro". Não dá para negar que, muitas vezes, a informática fez jus a essa colocação, mas a verdade é que as histórias de sucesso são tão maiores, que os investimentos em informática crescem anualmente na casa dos bilhões de dólares anuais em todo o mundo. O mercado de transporte cresce a excelentes taxas e já chegamos a ter falta de caminhões. Bom mesmo, não é? O ponto é que temos uma lei de mercado para regular isso tudo e colocar "água na fervura", exigindo dos administradores, excelência na gestão de sua transportadora. Sabemos o que acontece com os custos quando o controle de combustível é precário. E o que falar dos pneus? Ou de "coisinhas" menores, como filtros, correias e freios. E se a manutenção é descentralizada e não padronizada? E, por outro lado, como se não bastasse, o cliente fica exigindo rapidez e posição constante das mercadorias. Agora, vem o governo e fala de conhecimento eletrônico? E as seguradoras? E as rotas? E esse fluxo infernal nos nossos pontos de armazenamento e montagem de carga? Não se consegue um tempo apropriado com tamanha variedade... Em vista do acima exposto a falta de caminhão é apenas mais um problema, não é? Se refletirmos um pouco, identificaremos um elemento comum em nossas atividades: "informação". E qual o recurso que trata melhor da informação? Logicamente é a informática. Hoje é ela tão importante quanto nossos caminhões. Muitas transportadoras já utilizam sistemas caseiros em conjunto com o grande, maravilhoso e essencial: "excel". Se sua empresa estiver assim, preocupe-se agora em tomar uma atitude para mudar esse quadro. Para efetivamente nos tornar mais competitivo, defendendo e conquistando novas posições de mercado, temos que ter a transportadora literalmente em "nossas mãos". É essencial analisar, em questão de segundos, todos os dados da empresa, sejam operacionais (montagem de uma carga, liberação dos conhecimentos eletrônicos, etapa de uma OS...) e gerenciais (custos de cada caminhão, rentabilidade dos clientes, custos por motorista...), mas com "confiança". É a integração dos processos via sistema integrado de gestão de transportadoras que nos dá essa possibilidade. É certo que esse tipo de tecnologia só dá certo quando a transportadora se dispõe a trabalhar para que ele dê certo, afinal, o computador não faz nada sozinho. Para dar certo é necessário que se faça um bom projeto. Quando o projeto é bem feito, maximizamos os ganhos que os sistemas integrados de gestão trazem para as transportadoras e aí, a geração de riqueza é uma resultante de todo o trabalho desenvolvido. Na Benner, o conceito de riqueza vai além dos ganhos financeiros, alcança até a condição de gerar prazer na gestão dos negócios, apesar da conhecida adrenalina que corre diariamente pelo sangue dos nossos clientes. Um bom desenho de projeto de prever entre outras coisas: os volumes transportados, os tipos de mercadorias, a complexidade dos processos internos, a gestão dos depósitos, a quantidade de filiais, os formatos de frete, as exigências dos clientes da transportadora, utilização de terceiros, os tipos de caminhões...enfim tudo deve ser levantado para que a informática possa suportar essa gestão. Nesse contexto, pode surgir a seguinte dúvida: Como fica nossa área de informática? Logicamente ela irá continuar, pois será o suporte técnico desse tipo de tecnologia. Além disso, como ficam os serviços de administração de redes, impressão, suporte ao usuário, suporte a teleprocessamento, gestão e negociação com fornecedores de tecnologia, suporte aos demais sistemas internos? Na verdade, estamos retirando um grande peso das costas desse pessoal que, muitas vezes, assume responsabilidades que não lhes compete. O mundo já pertenceu aos grandes conglomerados. Hoje, ele pertence aos mais ágeis. Agilidade. Essa é a bola da vez. Sermos ágeis significa não só sermos rápidos, mas rápidos com flexibilidade, para poder responder as constantes alterações nas demandas de nossos clientes. Sem perder de vista os "custos" de nossas operações. Se é o seu desejo manter e conquistar novos mercados para sua empresa, tornando-a ainda mais rica, os "sistemas integrados de gestão de transportadoras" deve ser um dos temas principais da pauta de suas próximas reuniões. Isley Schroeder é gestor na área de Negócios da Benner. Formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Engenharia Industrial e Marketing. É autor do livro Paradigma da Informática – Gerar Lucro para as empresas
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