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A qualidade da informação não é opcional

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A primeira fase, ”Avaliação dos Princípios e Processos”, consiste de um conjunto de atividades voltadas à investigação e descoberta, ou seja:

  • identificação da qualidade do Dado – insumo - e da Informação – Produto – em relação à sua definição - consistência, singularidade, regra de negócio... - e arquitetura - atributos, relacionamentos;

  • mede-se a qualidade da informação, tais como acurácia, validade, não-redundância, para cada um dos elementos de dados críticos (Critical Data Elements - CDE) de acordo com a perspectiva do negócio, daqueles que os utilizam - é fundamental que se estabeleçam métricas;

  • estima-se o custo/impacto nos negócios da falta de qualidade das informações críticas (CDE), por exemplo, perda de receita ou aumento de custos pela inacurácia de endereços dos Clientes. Note-se que, sem medir, não conseguimos justificar uma mudança no sentido da Qualidade da Informação. O que interessa para a decisão de apoiar, de alocar recursos para as iniciativas que melhoram a Qualidade da Informação é o impacto nos negócios e não a qualidade. A avaliação, medição do impacto de cada elemento de dado ou grupo de dados no desempenho dos Clientes do Produto informação e, conseqüentemente, nos negócios da organização representa uma métrica importante no estabelecimento de prioridades, ou seja, as quais deles se deve devotar mais recursos e esforços de melhoria de qualidade. Isto é pragmático.

Na segunda fase, “Melhoria do Produto Informação e Processos geradores de Informação”, tratamos de dois aspectos:

  • a melhoria da Informação como Produto;

  • a melhoria dos Processos geradores das informações que sustentarão os processos de negócio.

Sem a melhoria dos processos geradores de informação nunca se obterá um nível aceitável de qualidade com os menores custos de investimento possíveis.

Continua...

 

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