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Você já ouviu falar em inteligência jurídica? Cada vez mais adotado pelas empresas, esse conceito é resultado de uma quebra de paradigmas e uma mudança no mindset do setor jurídico.

Nesse sentido, a ideia da inteligência jurídica é, resumidamente, tirar o foco da atuação de advogados na resolução de problemas depois que eles acontecem, passando-o para a previsão, prevenção e eficiência jurídica na gestão dos processos judiciais.

Com essa mudança na mentalidade, tem trazido muitos pontos positivos para as empresas, como redução de custos e tomadas de decisão mais estratégicas.

Quer saber mais sobre como utilizar a inteligência jurídica no seu departamento? Então, continue a leitura e confira a seguir!

Afinal, o que é inteligência jurídica?

Como vimos, a inteligência jurídica é uma nova forma de lidar com a rotina dos departamentos jurídicos. Com o objetivo de otimizar recursos, ela prioriza a atuação preventiva, evitando processos judiciais e, assim, diminuindo custos jurídicos.

Para isso, a inteligência jurídica deve fazer um mapeamento dos processos e das atividades da empresa — identificando os pontos de gargalo responsáveis por prejudicar a produtividade da equipe e gerar desperdícios de recursos.

Dessa forma, é possível identificar os fatores e determinados padrões que levam à empresa a sofrer um grande número de processos judiciais.

Assim, o setor pode propor melhorias, corrigir erros e até mudar os procedimentos adotados. A ideia é buscar erradicar a causa do problema, evitando futuras ações judiciais e falhas que prejudicam a rotina da equipe.

Inteligência jurídica e compliance: qual a relação?

A inteligência jurídica está fortemente relacionada ao compliance — conceito que, basicamente, tem como objetivo o de “estar em conformidade”. Isto é, conformidade com as legislações vigentes, com os regulamentos normativos, com os processos internos e com a política da empresa.

Assim como a inteligência jurídica, o compliance está fundado na necessidade de tornar os processos mais eficientes, minimizando riscos e custos. Logo, o compliance estabelece procedimentos, padroniza processos e define critérios, de modo que tudo isso deve ser criteriosamente seguido por todos.

Dessa forma, busca-se evitar inconformidades nas operações da empresa, corrigir irregularidades e diminuir a recorrência de demandas do setor jurídico. Isso mostra como a lógica do compliance casa perfeitamente com a inteligência jurídica.  

Juntas, as duas práticas podem identificar as falhas que mais causam problemas judiciais, as práticas que geram prejuízo à empresa e os erros que impedem maior produtividade e eficiência.

Vale mencionar ainda que elas se caracterizam como práticas contínuas e dinâmicas. Isso significa que elas proporcionam análises constantes e melhorias permanentes.

É diferente, por exemplo, de serviços jurídicos como a diligência de processos ou a auditoria jurídica, visto que essas são feitas, geralmente, em casos pontuais e específicos — o que não permite acompanhar o dinamismo e as mudanças nas empresas.

A inteligência jurídica, ao contrário, trabalha com coleta e análise de dados em tempo real, o que confere uma análise mais precisa sobre a situação da empresa e, assim, tomadas de decisão mais acertadas.

Como a inteligência jurídica afeta os departamentos jurídicos?

Como dito, a inteligência jurídica inverte a forma de atuação do setor jurídico, que, de reativa, passa a ser preventiva. Logo, se antes bastava gerenciar os processos judiciais abertos, agora é preciso analisar a situação, entender suas causas e criar estratégias para que a recorrência de problemas seja evitada.

Tudo isso impacta positivamente o setor jurídico, tanto na melhoria da produtividade e eficiência do time, quanto na redução dos custos.

Processos legais, por exemplo, passam anos tramitando no judiciário, consumindo recursos com custas judiciais, deslocamentos, multas, perícias, honorários. Sem falar ainda nos custos com a perda de ações, que não só gera prejuízo financeiro para a empresa, mas também à sua imagem e reputação.

Assim, ao disseminar a cultura preventiva, a inteligência jurídica está fazendo os departamentos jurídicos reverem suas práticas, assim com, potencializar uma tomada de decisão cada vez mais eficaz e estratégica nas empresas.

Além disso, essa estratégia também está trazendo uma forte mudança de mindset no meio jurídico quanto aos métodos manuais e obsoletos. Isso porque um fator imprescindível que torna a inteligência jurídica possível é o uso de tecnologia.

Para adotar uma atuação preventiva, recursos tecnológicos – como big data, inteligência artificial, Internet das Coisas, ODR e softwares jurídicos – são essenciais para gerar relatórios automatizados, realizar previsões e fazer análises de dados em tempo real.

Como implementar a inteligência jurídica na sua empresa?

Você já entendeu como a inteligência jurídica é benéfica para tomadas de decisões mais assertivas, certo? Mas, afinal, como aplicar essa estratégia? Veja algumas práticas essenciais!

Treine os seus colaboradores

Em primeiro lugar, a equipe deve estar inserida na cultura da inteligência jurídica e deve saber utilizar os recursos tecnológicos necessários. Por isso, o treinamento dos colaboradores é essencial tanto para inserir a equipe no mindset de prevenção quanto para capacitá-la a usar as novas tecnologias.

Procure referências no setor

Ao buscar tecnologias para a sua empresa, busque referências e empresas do setor que ofereçam soluções eficazes. A plataforma de Gestão Jurídica e Compliance da Benner, por exemplo, é a mais completa do mercado e oferece as ferramentas necessárias para atender as demandas jurídicas das empresas.

Verifique as funcionalidades

Verifique também os recursos que mais se adequam às necessidades do seu departamento jurídico, como:

Para isso, ao fazer o mapeamento de seus processos e atividades jurídicas, procure organizar todas as suas informações. Dessa forma, você consegue identificar melhor os pontos de melhoria necessários, investindo na tecnologia mais adequada para trazer o retorno esperado.

Invista em softwares de gestão

Os softwares de gestão e softwares jurídicos são essenciais para a inteligência jurídica, pois permitem realizar a coleta, quantificação e análise de dados de forma automatizada.

Além disso, eles contribuem para a padronização de processos, permitindo identificar e corrigir irregularidades que atrapalham o workflow do setor jurídico.

Como você viu, a inteligência jurídica traz vários benefícios para as empresas. Por meio de tecnologias, ela proporciona, por exemplo, análises mais detalhadas de decisões judiciais, verificação de reservas de contingência e redução de tempo gasto com pesquisas de legislações e jurisprudências.

Tudo isso torna a atuação do setor jurídico mais eficiente e produtiva, além de estratégica. Agora que você conseguiu entender melhor como a inteligência jurídica é uma inovação importante para o setor, aproveite para baixar nosso whitepaper gratuito sobre a Evolução no mercado jurídico e aprofunde-se nesse novo mindset!